Desconstruindo Idéias




Título: A fantástica volta ao mundo - registros e bastidores de viagem
Autor: Zeca Camargo
Gênero: relato de viagem
Editora: Globo
Formato: 13,7 X 20,8 cm
Formato: 17x24cm
Páginas: 408
ISBN: 85-250-3952-7

Preço: R$ 35,00

 
A FANTÁSTICA VOLTA AO MUNDO
Zeca Camargo

Quatro meses longe de casa. Mais de 100 mil quilômetros percorridos em 54 trajetos de avião. Dezessete exuberantes países visitados ao redor do planeta. De maio a setembro de 2004, o Brasil acompanhou pela TV Globo os desdobramentos da singular aventura turística comandada pelo repórter Zeca Camargo. Detalhe: a cada semana, cabia ao público escolher o próximo destino da viagem, por meio de votação ao vivo durante a exibição do Fantástico.

Em A FANTÁSTICA VOLTA AO MUNDO - REGISTROS E BASTIDORES DE VIAGEM POR ZECA CAMARGO, o jornalista e apresentador revela aquilo que o telespectador não viu na televisão. Da concepção do projeto aos obstáculos práticos para a produção, o autor conta a história (e as histórias) de sua experiência de jornalismo itinerante: as grandes surpresas, os personagens mais marcantes, as impressões de um brasileiro ao conhecer lugares e culturas tão diferentes.

Zeca Camargo detalha a exaustiva rotina de trabalho e descreve as maiores e inesperadas dificuldades que surgiram pelo caminho. Em tom pessoal, são narradas as passagens mais emocionantes da viagem, bem como as sensações de quem vive a oportunidade única de dar uma volta ao mundo. Para quem viu, fascinado, a série de reportagens no Fantástico, o livro contém tudo o que as câmeras nem sempre puderam captar. Para quem perdeu as matérias da tevê, é a chance de conferir o registro de uma deliciosa maratona pelos cinco continentes, sob a ótica do autor, que escreve com bom humor sobre, por exemplo, os trajetos intermináveis (24 horas de avião do Uzbequistão à Ucrânia), as "roubadas" antológicas (levar 130 quilos de bagagem pela escada, num hotel sem elevador da Austrália), as noites de ansiedade (na vã esperança de enviar reportagens ao Brasil por um provedor de internet queniano) e as experiências de risco (comer ovo de pato fecundado, nas Filipinas), entre outras aventuras.



Escrito por FERNANDA PORTO às 13h02
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Salí!!!

Ano Novo,vida nova e template novo! gostaria da opinião de todos sobre o que acharam da mudança....eu gostei demais!!!!


Livro EM VOLTA DO VINHO.
Um livro para Saborear. Como um bom copo.

Resgatar sensações e emoções despertadas em torno de um bom vinho e fazer um brinde ao convívio social que ele proporciona. Esta é a proposta do livro do jornalista Renato Machado, Em Volta do Vinho , que a Editora Globo lança em dezembro de 2004, em todo o Brasil.

Dirigida a leigos e iniciados, a obra faz uma seleção atualizada das melhores colunas publicadas pelo repórter no jornal O Globo, nos últimos seis anos, e compõe um brocado de memórias, impressões pessoais e informações úteis que tem o seu inconfundível sabor narrativo.

No capítulo referente ao Velho Continente, no qual conhecimentos gerais de História e Geografia se entremeiam constantemente com reminiscências e dicas de enologia, Renato Machado propõe um passeio pelas maiores regiões produtoras da Europa para relembrar marcas de grande prestígio e descobrir outras, indicadas por ele.

No capítulo Harmonia à Mesa, o leitor recolhe informações básicas de como casar pratos e bebidas, sejam eles assados, pescados, preparos regionais ou queijos e vinhos. Em O Nome da Uva, uma cesta básica das mais importantes uvas cosmopolitas e regionais cultivadas em todo o mundo explica a procedência de alguns dos maiores vinhos da atualidade.

Há ainda um capítulo especial sobre o Novo Mundo, no qual o expert analisa as principais tendências do mercado; um capítulo sobre os distintos tipos de vinhos existentes - do rosé ao tinto, do champanhe ao vinho de sobremesa -, e um último, saborosíssimo, intitulado Impressões em Branco em Tinto, no qual o Renato Machado perfila os mais caros episódios da sua iniciação na arte de apreciar um bom vinho.

Por tudo isso, Em Volta Do Vinho é obra imperdível. Um livro para saborear. Como um bom copo de vinho.

O autor. Renato Machado é um dos jornalistas mais experientes da televisão brasileira. Programador, produtor e apresentador, foi editor do Jornal do Brasil entre 1970 e 1982. Na TV Globo desde o início dos anos 80, foi correspondente na Europa durante cinco anos.

Atualmente, comanda o telejornal Bom Dia Brasil e assina uma coluna de vinhos no jornal O Globo e na revista Monet. É comentarista de vinhos da rádio CBN, onde tem um programa diário, Momento do Brinde, e autor e co-diretor dos documentários de vinhos da série Reserva Especial do Canal GNT.

Ficha técnica:
Título: Em volta do vinho
Autor: Renato Machado
Gênero: Enologia, Culinária, Gastronomia
Editora: Globo

Formato: 14 X 21 cm
Número de páginas: 248
Preço: R$46,00
ISBN: 85-250-3875-X
Código de Barras: 9 788525 03875 3
Site: www.globolivros.com.br

 

 

Tirado da revista Monet - Jan2005



Escrito por FERNANDA PORTO às 12h57
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Escrito por FERNANDA PORTO às 22h25
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O ESPAÇO SAGRADO
Uma análise física dos espaços Stonehenge e a Catedral de Chartres
Por Lothair*

"O espaço sempre me fez silencioso"
Jules Valès

Todo lugar, onde pessoas se reúnem em busca de algo divino, que transcende o espaço físico é considerado espaço sagrado. Mas é também através do espaço físico que nos conectamos com a divindade, na beleza e no silêncio dos templos. O lugar sagrado como aquele que vai além da fisicidade, mas que transcende através dela. Ao homem, desejoso de habitar a "morada dos deuses" - é revelado um espaço pluridimensional. No espaço sagrado a vida da visão clássica logo se extingue, dando lugar à caverna, ao insondável e misterioso, ao espaço primevo, todo "um além daquilo que se pode tocar e ver".

Examinemos fisicamente dois espaços sagrados: Stonehenge e a catedral de Chartes. Há nesses espaços estruturas acústicas, luminosas e arquitetônicas, ambientadas de modo a direcionar o espectador ao centro, enfim, à busca do divino.

Stonehenge, que podemos chamar de templo natural, é um complexo megalítico, protegido por fosso e terrapleno, localizado a 13km de Sailsburry, na Inglaterra, conhecido também como templo do sol, ligado aos rituais apolíneos.

Não se sabe ao certo como foi construído e muitas hipóteses já foram levantadas a respeito, algumas de caráter lendário e outras de cunho científico. O inglês Gerald Hawkins, analisando Stonehenge, descobriu que fenômenos como solstícios e equinócios podem ser indicados pelas posições do complexo, além dos eclipses que podem ser previstos. Segundo as lendas, Stonehenge estaria ligado ao Rei Arthur e o Mago Merlim, que utilizava os "henges" como observatório astronômico. Merlim, assim como outros druidas (sacerdotes celtas) utilizavam
o local para realização de cultos.


Catedral de Chartres

A catedral de Chartres, na França, é de extrema importância para os místicos. Além dos minuciosos cálculos de proporções geométricas em seu interior, há também testemunhos dos cultos pré-cristãos da Europa. Há indícios de que foi edificada sobre os restos arcaicos dos templos pagãos. Segundo radiestesistas, em certos pontos do interior da catedral há pontos de energia telúrica excepcionalmente poderosos.

A catedral de Chartres, assim como a maioria das catedrais gótica foi construída de maneira que o espectador dirija seu olhar para o alto, na busca do "muito mais alto"(M. Eliade); espaço que converge para o alvo principal através dos arcos, considerados "caminhos para Deus"; abóbadas, "contato direto com o criador"; rosáceas, com um desenho semelhante às mandalas (círculo mágico do tempo).

Nem sempre percebemos que por vezes construímos "pequenos templos" em nosso próprio ambiente habitacional. Um cantinho predileto, que dedicamos um tempo de meditação, ornado com relicários, ou até mesmo fotografias, imagens, flores e incensos. Esses espaços que elegemos nada mais são do que réplicas de nossa "consciência mitogenética", aquilo que liga o homem ao mito ancestral.

Na verdade os espaços que criamos nos remetem a espaços longinquos bem conhecidos. Tanto no caso de Stonehenge, como uma pedra ou cristal que guardamos em casa, a pedra é sagrada não porque é pedra, mas pelo atributo que damos a ela.

Stonehenge e a catedral de Chartres são apenas macrocosmos de um ser naturalmente místico que habita em nós.

* Lothair é pesquisadora e colaboradora do bemzen
E-mail: lsender@proespacocult.cng.br

                                 Revista Bemzen

Escrito por FERNANDA PORTO às 14h08
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